O pré-emergente YAMATO SC apresenta controle eficaz de plantas daninhas resistentes, contribuindo para maior produtividade e rentabilidade da cotonicultura brasileira
A IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, amplia seu protagonismo na cultura do algodão com o lançamento do YAMATO SC, herbicida pré-emergente que chega ao mercado para resolver o sério problema de resistência de plantas daninhas que tem dificultado o manejo da cultura. A nova solução reforça o portfólio da companhia e entrega eficiência comprovada no controle de espécies resistentes como capim-pé-de-galinha, caruru, capim-amargoso, trapoeraba e capim-braquiária, contribuindo diretamente para o aumento da produtividade e rentabilidade do cotonicultor.
A presença dessas infestantes nas lavouras está entre as principais causas de perdas econômicas da cultura. Quando não manejadas adequadamente, podem reduzir significativamente o rendimento do algodoeiro ao competir por água, luz e nutrientes. Além disso, algumas espécies atuam como hospedeiras de pragas e doenças, intensificando os impactos negativos sobre o desenvolvimento da lavoura.
Segundo o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Valdumiro Garcia, o controle de plantas daninhas em algodão tornou-se um desafio crescente. “Embora haja alta adoção de pré-emergentes na cultura, o controle dos herbicidas tradicionais tem deixado a desejar, especialmente devido ao avanço da resistência a moléculas amplamente utilizadas no mercado, como o glifosato. Por isso, a rotação de produtos com diferentes mecanismos de ação é fundamental, sobretudo em áreas onde o mesmo herbicida foi aplicado por várias safras consecutivas. Essa estratégia amplia o espectro de controle, reduz o banco de sementes no solo e dificulta a seleção de biótipos resistentes”, ressalta Valdumiro.
“Nesse contexto, a IHARA disponibiliza o YAMATO SC, cujo grande diferencial é a alta seletividade e proteção prolongada, oferecendo eficiência superior no controle de um amplo espectro de plantas daninhas resistentes. Ensaios conduzidos por renomados institutos de pesquisa comprovam eficácia superior no manejo do capim-pé-de-galinha, capim-amargoso e caruru, chegando a 97% de controle”, complementa o engenheiro agrônomo e gerente de Produtos Herbicidas, Iuri Cosin.
A produtividade e a competitividade da agricultura brasileira dependem diretamente da evolução contínua de tecnologias cada vez mais eficientes e seguras no campo. Desenvolver e tornar essas soluções acessíveis faz parte do compromisso da IHARA com o agricultor.
Alta produtividade depende de tecnologias modernas
Os investimentos dos produtores em tecnologias fitossanitárias têm impulsionado o avanço da produtividade do algodão no Brasil. Para a safra 2025/26, a projeção é de aproximadamente 3,83 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em uma área estimada de 2,05 milhões de hectares, segundo dados da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão).
Para que esse potencial produtivo se concretize, os cotonicultores precisam estar atentos aos desafios do manejo de plantas daninhas como capim-pé-de-galinha, caruru, capim-amargoso, trapoeraba e capim-braquiária, cujo desenvolvimento é diretamente influenciado por condições climáticas como temperatura, umidade, chuvas e luminosidade, contribuindo para sua germinação, crescimento e disseminação.
Quando o manejo é inadequado, essas espécies tendem a se proliferar rapidamente, produzindo grande volume de sementes que permanecem viáveis no solo por anos. Diante desse cenário, a adoção de herbicidas seletivos com novos princípios ativos torna-se essencial para garantir alta eficiência no controle de um amplo espectro de infestantes, especialmente em áreas de grande extensão.
Diante desse cenário, os herbicidas pré-emergentes, como o recém-lançado YAMATO SC, desempenham papel estratégico nas lavouras de algodão. Quando aplicado antes da germinação, forma uma barreira que impede o desenvolvimento das sementes, reduzindo a emergência das plantas daninhas nas fases iniciais da cultura, considerado período crítico em que a competição pode impactar diretamente a produtividade.
“Com essa solução, os cotonicultores conseguem simplificar o manejo, reduzir o número de aplicações e garantir um controle mais abrangente. Isso reflete positivamente na produtividade e na qualidade da fibra do algodão, além de assegurar maior rentabilidade ao produtor e reduzir riscos de perdas econômicas. Trata-se de uma inovação que contribui para uma safra mais eficiente e para a continuidade do crescimento da cotonicultura brasileira”, conclui Cosin.
SOBRE A IHARA
A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que há mais de 60 anos leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa como uma marca que tem a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais somando mais de 80 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA.




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