Unidade registrou recorde de atendimentos no Pronto-Socorro nesse mesmo período, com um aumento de 15% em relação ao ano anterior
Conhecido carinhosamente como Gigante do Norte, o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), unidade do governo de Goiás em Uruaçu, faz jus ao apelido: somente no primeiro trimestre de 2026, já realizou mais de 160 mil atendimentos humanizados à população dos 60 municípios que integram a macrorregião do centro-norte do estado. Referência em casos de média e alta complexidade, o hospital administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED) se destaca pelo seu perfil assistencial em oncologia, traumatologia e gestação de alto risco.
Nos três primeiros meses do ano, o HCN contabilizou mais de 137 mil exames laboratoriais e de imagem, mais de 22 mil consultas médicas, oncológicas e multidisciplinares realizadas, 5.453 internações, 2.042 cirurgias e 330 partos, somando um total de 167.840 atendimentos prestados. Além disso, foram registrados mais de 8 mil atendimentos somente no Pronto-Socorro da unidade, representando um aumento de 15% em relação a esse mesmo período no ano anterior.
Segundo João Batista da Cunha, diretor assistencial do HCN, esses números comprovam a importância do Gigante do Norte para a população do interior de Goiás e para a regionalização da saúde no estado. “É muito gratificante saber que o HCN é referência no estado e dispõe de tecnologia de ponta e atendimento humanizado. Conseguimos mensurar não apenas em números o impacto positivo que a unidade traz na vida da população do centro-norte goiano, mas também pela competência técnica de seus profissionais de saúde, eficácia dos tratamentos, segurança do paciente, acessibilidade aos serviços oferecidos e respeito às necessidades individuais de cada paciente”, destaca o diretor.
Classificação de risco
Antes de serem encaminhados para consulta, todos os pacientes que dão entrada no HCN são classificados de acordo com o Protocolo de Manchester, sistema mundial adotado em hospitais e serviços de saúde para identificar a gravidade de cada caso. É importante ressaltar que sempre que alguém chega ao Pronto-Socorro do hospital, é procedimento padrão realizar sua classificação de acordo com a gravidade de seu quadro clínico. Dessa forma, os pacientes que apresentam maior risco são atendidos com mais urgência.
A classificação de risco visa otimizar o fluxo de pacientes, garantindo que aqueles com necessidades urgentes recebam atenção imediata e adequada, ao mesmo tempo em que busca direcionar os casos menos urgentes para locais mais apropriados, contribuindo para um sistema de saúde mais eficiente e eficaz.
Casos de baixa complexidade, classificados como azul ou verde, também podem ser atendidos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos municípios. Esses locais são os responsáveis pela avaliação primária, inserção e encaminhamento de pacientes graves que necessitam de atendimento especializado no sistema de regulação estadual.





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