DE PORTUGAL PARA BRASÍLIA: BRASILEIRA ANUNCIA VOTO EM MARCEL UBER BLACK E TRANSFORMA SUA HISTÓRIA EM MANIFESTO POR UMA NOVA POLÍTICA.
Aos 40 anos, Fran Martins Sousa cearense que chegou a Brasília aos 16, trabalhou na BMW, no comércio e hoje é chefe de cozinha em Portugal afirma que pretende retornar ao DF durante as férias para votar em Marcel Uber Black. O candidato da mobilidade do DF.
Há votos que representam uma preferência. E há votos que carregam uma história inteira. Aos 40 anos, uma brasileira nascida em Fortaleza, que chegou a Brasília aos 16 anos e construiu boa parte de sua vida no Distrito Federal, decidiu tornar pública sua escolha política.
Vivendo há três anos em Portugal, na região do Porto, onde atualmente trabalha como chefe de cozinha, ela afirma que pretende aproveitar suas férias para retornar a Brasília e votar em Marcel Uber Black.
A decisão, segundo ela, está diretamente relacionada à defesa dos trabalhadores, especialmente dos motoristas, e à necessidade de uma transformação na forma de fazer política no Brasil.
“A política brasileira tem que mudar.”
É a partir dessa convicção que ela explica sua escolha.
MARCEL UBER BLACK E A DEFESA DE QUEM ESTÁ NAS RUAS
Para ela, um dos grandes diferenciais de Marcel Uber Black está justamente na proximidade com uma categoria que considera fundamental para a economia atual: os motoristas.
Motoristas de aplicativo e profissionais que trabalham diariamente nas ruas enfrentam uma realidade que, muitas vezes, não encontra espaço suficiente nas discussões políticas tradicionais.
São trabalhadores submetidos a custos operacionais, manutenção dos veículos, combustível, trânsito, insegurança e jornadas intensas.
Na avaliação dela, essa realidade precisa estar dentro da agenda política. É nesse cenário que Marcel Uber Black surge, para ela, como uma alternativa de representação. Mais do que escolher um nome, sua decisão representa uma aposta em uma política que, segundo sua percepção, precisa olhar para quem está trabalhando na ponta. O trabalhador precisa ser ouvido antes de ser lembrado apenas durante uma eleição.
UMA ESCOLHA QUE NASCE DA EXPERIÊNCIA
Sua identificação com essa pauta não acontece por acaso. Ela própria construiu sua vida profissional em diferentes ambientes. Foi operária no setor automotivo da BMW. Depois, passou pelo comércio em uma loja de grife no Taguatinga Shopping. Conheceu a realidade do trabalhador assalariado, do comércio e, atualmente, vive uma nova experiência profissional em Portugal, atuando como chefe de cozinha.
Essa trajetória fez com que desenvolvesse uma visão objetiva sobre trabalho e oportunidades.
Para ela, política precisa compreender a vida real. Não basta falar sobre trabalhador. É preciso conhecer os problemas que ele enfrenta. E é justamente nessa perspectiva que ela enxerga a atuação e a bandeira defendida por Marcel Uber Black.
BRASÍLIA CONTINUA PRESENTE
A relação dela com Brasília começou ainda na adolescência. Aos 16 anos, deixou Fortaleza e chegou ao Distrito Federal..Foi em Brasília que viveu parte fundamental de sua formação e construiu sua história entre Taguatinga e Ceilândia, incluindo a região da CNB 1.
Três anos atrás, decidiu atravessar o Atlântico. Portugal tornou-se sua nova casa, mas Brasília permaneceu como referência. Agora, a cidade volta a ocupar lugar central em sua vida política.
Ela pretende sair de Portugal e retornar ao Distrito Federal para votar.
E o voto tem nome:
MARCEL UBER BLACK 35035.
UMA POLÍTICA QUE PRECISA SAIR DOS GABINETES
A escolha também revela uma concepção política. Ela acredita que o Brasil precisa superar uma política excessivamente distante da realidade cotidiana. Para ela, a discussão pública precisa incorporar temas concretos: trabalho, renda, mobilidade, segurança, empreendedorismo, oportunidades e dignidade para quem depende do próprio esforço.
Nesse ambiente, a defesa dos motoristas ganha importância. Marcel Uber Black passa a ser, na visão dela, uma representação dessa parcela da população que quer ser ouvida e participar das decisões políticas. A aposta é em uma política capaz de transformar as reivindicações das ruas em pauta institucional.
PORTUGAL DEU DISTÂNCIA. BRASÍLIA DEU IDENTIDADE.
Viver na Europa também mudou sua perspectiva.
Ela afirma que, entre portugueses, muitas vezes o Brasil é lembrado por problemas de corrupção e pelas dificuldades políticas de Brasília. Ela não aceita que essa seja a única imagem possível do país. Acredita que o Brasil precisa mostrar sua capacidade de trabalho, inovação e transformação. E entende que essa mudança começa também pela política.
Não existe renovação política sem participação popular.
É por isso que, mesmo vivendo fora do país, ela decidiu participar.
TRABALHO, DISCIPLINA E LIBERDADE
Sua posição política está associada também ao estilo de vida que construiu. Além do trabalho, mantém uma rotina de cuidados com alimentação, academia e bem-estar. Defende o pensamento livre e a autonomia para tomar decisões.
Para ela, cuidar de si, trabalhar, buscar novas oportunidades e escolher politicamente são manifestações da mesma liberdade. Uma mulher pode cuidar da própria aparência, construir uma carreira, atravessar fronteiras e, ao mesmo tempo, discutir política com firmeza.
UM VOTO QUE VAI ATRAVESSAR O ATLÂNTICO
A imagem é poderosa.
Uma brasileira que saiu de Fortaleza ainda adolescente, construiu sua vida em Brasília, atravessou o oceano e hoje trabalha em Portugal pretende fazer o caminho de volta.
Não apenas para rever familiares e amigos. Mas para votar. Para participar. Para escolher. Para defender aquilo em que acredita. E, nessa escolha, está Marcel Uber Black.
Sua trajetória transforma o voto em uma espécie de manifesto pessoal: a defesa de uma política mais próxima do trabalhador, mais conectada às ruas e menos distante da realidade.
Aos 40 anos, ela carrega consigo as marcas de quem já recomeçou. Da menina de 16 anos que chegou a Brasília à profissional que hoje trabalha em Portugal. Da operária da BMW à chefe de cozinha. Do Distrito Federal à Europa. E agora, novamente, de Portugal para Brasília.
Ela não está apenas voltando para votar.
Está voltando para participar da escolha que acredita poder ajudar a construir uma nova etapa para a política brasileira.







.jpg)