Aulas são ministradas por professores renomados de entidades parceiras e abordam temas como legislação de condomínios, engenharia, eventos, sustentabilidade e noções de contabilidade.












Com o objetivo de apoiar o trabalho de lideranças comunitárias, o Governo do Distrito Federal, por meio da Escola de Gestão Comunitária, um espaço voltado para a promoção de cursos e palestras para zeladores, porteiros, síndicos, prefeitos de quadras e membros de associações de moradores. 



A escola oferece cursos gratuitos é está com as inscrições abertas para os cursos de: formação em primeiros socorros, de formação para síndicos, de formação para porteiros e de formação para zeladores.


As inscrições para os cursos de primeiros socorros, síndicos, porteiros, zeladores e de eventos, já podem ser feitas á partir de hoje, na Assessoria de Planejamento e Ordenamento Territorial - ASPOT na Administração de Brasília ou pelos links abaixo: http://www.brasilia.df.gov.br/

Enfermidades contraídas, por meio de bactérias, são resultado da falta de higiene adequada e consequência da rotatividade de pessoas nesses locais

Os motéis são locais que expõe os frequentadores a risco de contração de várias doenças. O grande fluxo de pessoas nos espaços favorecem as ocorrências.

Sarna, frieira, chato e doenças da pele contraídas por meio de bactérias e fungos estão entre os problemas de saúde mais frequentes. A popular sarna é uma infecção parasitária, causada por um parasita que provoca coceira alérgica intensa. O contágio acontece quando há o contato da pele com algum objeto infectado e o tratamento é feito com uso de medicamentos. Saunas, banheiras e piso de banheiros são locais que propiciam o aparecimento da Tínia, a popular frieira.

O chato é uma espécie de piolho, que geralmente se concentra na região pubiana, e se alimenta de sangue. Ele causa coceira intensa e a remoção do problema carece de aplicação de loções específicas, entre outros cuidados. Os lençóis e outros tecidos que tenham sido usados por quem está com o problema precisam ser higienizados para não acontecer novas contaminações.


Foto: Divulgação

As banheiras, saunas e outros locais que concentram umidade e calor favorecem a proliferação de fungos e bactérias, por isso eles merecem maior cuidado na hora da limpeza. No entanto, lençóis e os espaços citados anteriormente não estão presentes apenas nos motéis. As saunas, por exemplo, podem ser de um clube. "Por isso é sempre importante andar calçado e ter cuidado ao escolher o ambiente a ser frequentado", aconselha a médica infectologista, Letícia Aires.

Apesar de não serem desprezadas, essas doenças não são as mais perigosas para a saúde nesses ambientes. As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's) são nocivas e carecem de bastante prevenção. A maior delas é o uso da camisinha. Entre as DST's mais lembradas estão aids, sífilis, hepatite B, cancro e condiloma. A aids é uma das mais perigosas, com a estimativa de 35 milhões de infectados segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), no Brasil o número é de 752 mil pessoas convivendo com a doença. Os dados da ONU apontam ainda, que 1,5 milhão de pessoas no mundo tenham morrido, em 2013, por causa de complicações da doença.

Graves
A sífilis é causada pela bactéria Treponema pallidum. Ela pode também ser transmitida verticalmente, da mãe para o feto, por transfusão de sangue ou por contato direto com sangue contaminado. Se não for tratada precocemente, pode comprometer vários órgãos como olhos, pele, ossos, coração, cérebro e sistema nervoso. Os sintomas da sífilis podem ser, em seu estágio mais avançado, complicações cardíacas, problemas na visão, transtornos mentais e paralisia. O tratamento é feito com antibióticos e um bom acompanhamento clínico cercado de exames.

A hepatite B também mata, alguns dos sintomas são: náuseas, vômitos, fadiga e dor abdominal. O tratamento também é possível, mas além de usar o preservativo nas relações sexuais é possível se prevenir tomando as doses no prazo correto da vacinação oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Feridas de cor avermelhada e que causam dor é uma das maiores evidências do Cancro. Geralmente essas feridas se apresentam na genitália externa. O problema pode ser resolvido após a ingestão de antibióticos sob orientação médica e limpeza regular dos ferimentos.

O condiloma é um problema que se evidencia pela formação de verrugas de tamanhos variáveis, o tratamento também está disponível na rede pública, onde também existe vacina para evitar a doença causada pelo Papilomavírus humano (HPV). Entretanto, a vacina está disponível apenas para uma faixa etária específica do público feminino, adolescentes de nove a 13 anos. Para prevenir a infecção causada por qualquer das DST's mencionadas "o uso do preservativo está primeiro lugar. Ele é a forma mais eficiente de evitar essas doenças", alerta a infectologista.

Tendências, dicas e cuidados na administração de condomínios.

 Em novembro deste ano acontecerá o I Congresso Condominial do Centro-Oeste. O objetivo é abordar os principais conceitos sobre administração condominial, tratar dos temas mais polêmicos da atualidade e sanar dúvidas dos participantes.

Serão 22 temas dirigidos, ministrados por especialistas, por meio de palestras, painéis e debates interativos. Simultaneamente haverá uma exposição de bens, produtos e serviços específicos, na área externa ao congresso.



A candidata à Presidência da República pela Coligação Unidos pelo Brasil, Marina Silva, em entrevista ao Jornal da Globo concedida nesta segunda-feira (1), respondeu a questões sobre as modificações feitas em seu plano de governo, a forma como toma decisões, às críticas que tem feito à qualidade da política brasileira, como pretende conduzir a economia e tratar o pré-sal.

Marina explicou que as modificações ocorridas no programa de governo foram decorrentes “de um erro de processo”, corrigido por sua equipe de governo. Ela se referiu ao equívoco no capítulo de ciência e tecnologia que informava ampliar a participação da energia nuclear na matriz energética brasileira. E à publicação do documento encaminhado pelo movimento LGBT em vez do documento de mediação do debate sobre a união de pessoas de mesmo sexo. Ela enfatizou também que “os direitos civis da comunidade LGTB, o respeito à liberdade individual, o combate ao preconceito, isso está muito bem escrito no programa, melhor do que dos outros candidatos”

Perguntada se é verdade, como publicou o jornal Folha de S.Paulo, que em momentos cruciais toma decisões com base em consultas aleatórias à Bíblia e, em caso positivo, se considera que um presidente pode agir assim, Marina respondeu que todos nós agimos com base na realidade dos fatos, mas os seres humanos têm subjetividade, complementando que “uma pessoa que crê, obviamente, tem na Bíblia uma referência, assim como pode ter na arte, na literatura”.

Ao ser apontada como crítica à democracia representativa, Marina afirmou que “tem falado, na verdade, da crise da política”, que precisa ser reconhecida. “Eu não acho que as pessoas devam fazer vistas grossas para o que está acontecendo, não só no Brasil, mas no mundo inteiro.” Para ela, é preciso ampliar a participação das pessoas e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade da representação e das nossas instituições.

Durante a entrevista, Marina salientou a importância da recuperação do tripé da política macroeconômica brasileira para que o país tenha estabilidade econômica e não perca as conquistas, inclusive sociais, já alcançadas e possa aumentar os investimentos. Para isso, afirmou, “é fundamental que se readquira a confiança da sociedade e dos investidores no governante”. A candidata disse também que manterá e criará novos programas sociais com o compromisso de não aumentar impostos e dar eficiência ao gasto público.

Marina esclareceu ainda que, quando diz “que o pré-sal é uma prioridade entre outras”, está dizendo que vai explorar seus recursos, mas também “dar um passo à frente”, investir em energia limpa como de biomassa, solar e eólica. Perguntada se vai subir o preço da gasolina para salvar o etanol, ela respondeu que “espera que os preços administrados pelo governo possam ser corrigidos pelo próprio governo, quero que se tenha uma visão de país e não apenas das eleições”. Ao finalizar, ela disse que “quer governar pensando o que eu quero deixar para as futuras gerações, um país que seja capaz de crescer, fazer investimentos, ter credibilidade”.

Setor exige cada vez mais qualidade da gestão e abre oportunidades de carreiras. O maior desafio é a inadimplência

O próspero negócio dos condomínios 
Na Brasília das superquadras, dos arranhas-céu de Águas Claras e dos luxuosos prédios do Noroeste e do Park Sul, o mercado dos condomínios movimenta cifras bilionárias, cria milhares de empregos e gera oportunidades de negócio. Levantamento inédito, feito a pedido do Correio pelo sindicato local, indica que existem cerca de 7 mil edifícios residenciais do Distrito Federal. Por ano, somente com a taxa mensal paga pelos moradores, os síndicos e as 300 empresas especializadas administram um total de R$ 2,6 bilhões, valor turbinado pelas reformas de fachada e pelos investimentos em segurança. 

As taxas de condomínio, alvo recorrente de questionamentos em assembleias esvaziadas, variam de R$ 200, em regiões administrativas com perfil de renda mais baixa, a mais de R$ 3 mil, no caso dos apartamentos de maior metragem. Quase um terço dos condomínios residenciais do DF cobra hoje a temida taxa extra, muitas vezes incorporada ao boleto por tempo indeterminado. Obras nos sistemas elétrico e hidráulico e, sobretudo, para melhorar a aparência dos edifícios ajudam a explicar a necessidade de arrecadar dos proprietários mais do que a quantia ordinária. 

Na conta dos síndicos e das administradoras, 60% da receita, em média, se destinam ao pagamento dos funcionários: são quase 30 mil porteiros, zeladores, vigias noturnos e auxiliares de serviços gerais. Outros 25% vão para as tarifas públicas, com peso maior para gastos com consumo de água. Sem dinheiro para individualizar os hidrômetros, a maioria dos condomínios continua rateando a fatura, o que encarece o total. Fecham a lista de compromissos despesas diversas, como compra de materiais de limpeza e manutenção de elevadores. O que não entra nesses cálculos exige taxa extra. 

Novo perfil 
Em média, com inflação e aumento dos gastos, a taxa de condomínio sobe de 10% a 12% ao ano. Há casos, porém, em que o síndico consegue ajustar o orçamento, economizar e segurar a alta por até três anos. O principal desafio é preparar bem quem cuida das finanças do prédio e fazê-lo entender que aquele dinheiro não é dele.

O conceito de terceirização dos síndicos avança, ainda que a passos lentos. Na capital federal, o número de condomínios administrados por quem não mora no local não chega a 1 mil, quase 15% do total. “O perfil do síndico mudou, ele precisa ser um gestor. As pessoas vão entender que esse é o caminho”, defende Cléa Torres da Silva, 64 anos, atualmente administradora de quatro prédios. Com a demanda aquecida, ela se programa para, em 2015, atender mais condôminos insatisfeitos. Em um dos edifícios assumidos por Cléa, a síndica anterior é acusada de desviar mais de R$ 300 mil. 

Há 1240 processos jurídicos em andamento no TJDFT. Referem-se a suspeitas que recaem sobre as contas do prédio, causas trabalhistas nunca resolvidas e histórias esdrúxulas de inadimplência. Não é raro a Justiça tomar imóveis nas asas Sul e Norte das mãos de mau pagadores. Antes de comprar o apartamento, a pessoa deve, no mínimo, pesquisar a taxa de condomínio. O índice médio de inadimplência no DF é de 10%, mas há prédios onde mais da metade dos moradores estão com pagamentos atrasados. 

Taxas eternas 
No início do mês, quitar a taxa de condomínio é prioridade para o aposentado Maury Alves, 78, que vive há mais de duas décadas em um mesmo edifício da 314 Norte. Pagando sempre antes do dia 5, ele economiza R$ 45. “Este imóvel é o meu patrimônio, tenho que zelar por ele”, comenta o proprietário, pouco incomodado com os R$ 600 de taxa extra, mais da metade do valor total e pagos, em tese, ao longo de três anos. “Dói no bolso, mas o prédio estava precisando de reforma”, emenda Alves, apontando rachaduras na fachada. 

As constantes obras, que transformaram Brasília em um paraíso para empresas de construção civil, precisam ser decididas em assembleia, uma vez que demandam um rateamento à parte. O aposentado Abraão Gebrim, 63, mora na 409 norte desde 1974. Há mais de cinco anos, paga taxa extra de R$ 350, além dos R$ 300 de condomínio. As reformas na área externa do prédio começaram no início deste ano. Quando concluídas, terão custado cerca de R$ 240 mil aos condôminos. “Pesa muito no orçamento. Tenho apenas minha aposentadoria. Gostaria que a taxa fosse menor que o condomínio, pelo menos, mas aí a obra demoraria muito a sair do papel”, conta. 


No edifício administrado por Carlos Rodrigues, 60, a taxa adicional de R$ 110 começou em 2008 por conta de uma obra já concluída. Como as contas estavam sempre apertadas, os moradores decidiram incorporar o valor à taxa fixa. “Foi a solução encontrada para continuarmos virando o mês no azul”, afirma o síndico, que comemora um dos poucos casos de 100% de adimplência no Plano Piloto. Sem sobra de receita, o condomínio tem um funcionário que faz tudo. “Seria ideal contratarmos ao menos um vigia”, explica. 

Complexos de luxo 
Em condomínios maiores, com mais de uma torre de apartamentos, lojas e prestação de serviços, a gestão apresenta novos desafios, justamente por envolver mais gente e, consequentemente, mais dinheiro. Somente o Ilhas Maurício, no Park Sul, movimenta cerca de R$ 2 milhões por ano, incluindo as taxas desembolsadas pelos cerca de 800 moradores, os aluguéis pagos por quem ocupa espaços nas áreas de lazer e as arrecadações extras. Apenas a folha de pagamento mensal chega a quase R$ 120 mil. 

Para gerir o complexo residencial, os moradores contam com a ajuda de 50 funcionários, entre porteiros, seguranças e auxiliares de serviços gerais. “A administração de um grande condomínio é como a de uma pequena prefeitura”, compara Edman Nóbrega, 55, morador e conselheiro fiscal. “Temos que ter muita disposição. É um envolvimento diferente, porque queremos zelar pela nossa casa”, completa o síndico Paulo Dazen, 70. O salário de um administrador predial varia de um (R$ 724) a cinco salários mínimos (R$ 3.620). 

Há 10 anos no ramo de condomínios, o gestor Ricardo Araújo, 36, diz que faltam profissionais qualificados no mercado de Brasília, embora a demanda só aumente. “Surgiram muitas oportunidades e os profissionais não acompanharam essa evolução. A figura do zelador, que cuidava do prédio inteiro sozinho, não é mais suficiente”, opina. Para ter à disposição cinema, academia e espaço gourmet, as taxas mensais costumam ficar em torno de R$ 1 mil. “Vale a pena pagar mais do que a média pelo conforto”, avalia o arquiteto e morador Wellington Fernandes, 30. 


Quase um terço das administrações de edifícios do DF precisa de taxas extras para tocar obras de manutenção e reformas de fachada

Radiografia do DF 

Os principais números de um mercado bilionário 

9 mil - Quantidade de prédios residenciais espalhados pelas regiões administrativas 

1 mil - Número de edifícios com administração terceirizada 

300 - Total de administradoras de condomínios no DF, responsáveis pela criação de quase 2 mil empregos 


Resumo médio dos gastos 

Folha de pagamento de funcionários 60% 

Água, saneamento e energia 25% 

Manutenção de elevadores e/ou despesas corriqueiras, como compra de materiais de limpeza 15% 


Taxa de condomínio 

Varia entre R$ 200 e R$ 3 mil 

Valor médio R$ 500 

10% - Taxa de inadimplência média. Em casos extremos, pode passar da metade dos moradores 

30% - Percentual de condomínios com algum tipo de reforma em andamento e, portanto, cobrança de taxa extra em vigor 

10% a 12% - Variação média do reajuste anual da taxa de condomínio 

R$ 2,6 bilhões - Movimentação anual dos edifícios, somente com taxa de condomínio 

30 mil - Empregos criados diretamente pelos condomínios (zeladores, vigias noturnos, porteiros, auxiliares de serviços gerais) 

120 mil - Empregos gerados indiretamente, pelos condomínios (terceirização de serviços gerais, contadores, engenheiros, construtores, administradores, advogados, síndicos profissionais e outros serviços voltados para condomínios) 


124 - Número de processos em andamento no TJDFT, relacionados a acusações contra síndicos, causas trabalhistas e casos de inadimplência

Aulas são ministradas por síndicos, advogados, contadores, administradores e engenheiros e abordam temas como legislação de condomínios, noções de contabilidade, noções de administração, engenharia, eventos e sustentabilidade.

Com o objetivo de apoiar a gestão do síndico e aumentar a profissionalização do síndico e funcionários de condomínios a Associação de Síndicos e Subsíndicos do Distrito Federal e Região Metropolitana  criou dois programas um voltado para a qualificação e profissionalização de síndicos e futuros síndicos profissionais chamado de “Escola de Síndicos”,  já o outro programa da associação é o “ Qualifica Condomínios” que visa a qualificação e requalificação de pessoas que trabalham ou que pretendem trabalhar em condomínios.

A associação oferece cursos gratuitos é está com as inscrições abertas para os cursos seguintes cursos:

Escola de Síndicos
Curso Básico de SÍNDICO.
Valor: CURSO GRATUITO.
Inscrições: www.assosindicosdf.com.br
Dias de aula: 20, 21, 22 E 23 DE AGOSTO.
Horário: DE 20 Á 22/08 DAS 19H ÁS 22H E NO DIA 23/08 DAS 08H30MIN ÁS 12H.
Local: AUDITÓRIO DO 7° BPM - BATALHÃO DA POLICIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL - EQSW 2/3 - ÁREA ESPECIAL - SUDOESTE - BRASÍLIA-DF.Informações: 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734

Curso de SÍNDICO PROFISSIONAL.
Valor: CURSO GRATUITO.
Dias de aula: 23, 30/08, 06, 13, 20, 27/09 E 04/09 DE 2014.
Horário: DAS 08H30MIN ÁS 12H.
Local: AUTO ESCOLA BALIZA CSA 01 LOTE 13 LOJA 01/02 TAGUATINGA SUL – AUTO ESCOLA BALIZA (AO LADO DA LOJAS AMERICANAS).
Informações: 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734

Qualifica Condomínios
Curso AGENTE DE PORTARIA.
Valor: CURSO GRATUITO.
Inscrições: www.assosindicosdf.com.br
Dia de aula: 16 E 23 DE AGOSTO DE 2014.
Horário: DAS 08H30MIN ÁS 12H E DE 14 ÁS 18H.
Local: AUTO ESCOLA BALIZA CSA 01 LOTE 13 LOJA 01/02 TAGUATINGA SUL – AUTO ESCOLA BALIZA (AO LADO DA LOJAS AMERICANAS).
Informações: 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734

Os cursos abrangem estratégias de segurança, motivação, regras de limpeza, estratégias de negociação, direito, eventos, sustentabilidade, noções de contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia, entre outros temas. Os horários das aulas vão de 19h ás 22h15min e a carga horária varia de 25h/a á 90h/a.

O presidente da ASSOSÍNDICOS/DF, Paulo Roberto Melo afirma que a iniciativa são os programas de maior sucesso da associação. “Os programas Escola de Síndicos e Qualifica Condomínios são hoje os melhores programas da ASSOSÍNDICOS/DF e já formou cerca de 1300 pessoas em mais de cinco cursos, realizados em todas as regiões do DF, assim a nossa associação vai se firmando como uma entidade parceira do síndico e do funcionário do condomínio” avalia o presidente da associação.

Já o diretor de assuntos estratégicos da ASSOSÍNDICOS/DF, Ricardo Alvarenga diz que “esses cursos oferecidos pela ASSOSÍNDICOS/DF tem o melhor em professores e conteúdo que existe hoje no mercado brasileiro em disposição para os síndicos no DF” comentou o diretor.

O diretor de qualificação da ASSOSÍNDICOS/DF, Rômulo Rosa de Araújo, falou que a Escola de Síndicos da ASSOSÍNDICOS/DF é um dos melhores programas de educação de síndicos do  Brasil, “O síndico ou condômino que entrar na Escola de Síndicos, vai fazer um curso de qualidade que tem o certificado reconhecido pelo MEC como curso livre, além de ser uma oportunidade de qualificação para se colocar no mercado de trabalho em um mercado que pede cada vez mais qualificação e profissionalização” falou o diretor de qualificação.

A ex-aluna do Curso de Básico de Síndicos Pedroana Frazão, falou que o curso de síndicos ajudou muito ela na gestão do seu condomínio, “Com as palestras de direito e dos engenheiros pude saber mais sobre legislação e engenharia o que eu estou aplicando em meu condomínio” enfatizou a síndica.

O ex-aluno do Curso de Síndico Profissional, Fábio de Mesquita falou que o curso ajudou tanto ele que ele se tornou um síndico profissional, “Hoje sou síndico de três condomínios e estou muito bem pois, o curso da Escola de Síndicos me ajudou a ter o conhecimento para que eu possa administrar bem esses condomínios”, falou o hoje síndico profissional Fábio de Mesquita.

O ex-aluno do Curso de Agente de Portaria, Amarildo Costa Mota disse que fez o curso e em menos de um mês coseguiu o emprego de porteiro em condomínio, “Eu fiz o curso da ASSOSÍNDICOS/DF e em 22 dias consegui o emprego de Porteiro em um condomínio, com escala 12x36” falou o Porteiro Amarildo.

Se você está buscando uma vaga no mercado de trabalho ou um novo emprego, que tal fazer um curso Dos cursos oferecidos pela ASSOSÍNDICOS/DF e se preparar para entrar no mercado de trabalho.


Informações: (61) 8115-3927 | 9993-9155 | 9665-5755 | 3027-2771 | 8422-5191 | 8101-1481 | 9346-8734


Por Marcelo Sicoli *

O trânsito nos grandes centros urbanos brasileiros piora anualmente. Na mesma proporção, a crescente falta de estacionamentos públicos e privados pagos. Brasília vai na mesma direção, são quase 600 novos veículos emplacados por dia. A cidade sofre com problemas no transporte público em razão de mau planejamento, falta de investimento e constantes greves. Por ser sede do Governo Federal, outro fator recente de impacto no trânsito baseia-se nas frequentes manifestações que fecham avenidas centrais da cidade ou rodovias em bairros periféricos. 

Manifestações ordeiras e moderadas fazem parte de uma democracia, mas discordo totalmente de interrupções integrais do Eixo Monumental por qualquer categoria profissional ou movimento social em qualquer horário como as que, de forma desagradável, já presenciei. 

Devo registrar que sou um grande entusiasta do uso da bicicleta. Com frequência, me desloco do prédio onde moro para o prédio onde trabalho (sou síndico de ambos). Pela curta distância, faço o trajeto utilizando roupas sociais e sapato. Incentivo sempre outras pessoas a fazerem o mesmo e a percorrerem curtos trajetos a pé, em que, muitas vezes pela força do hábito, usamos o carro.

A mentalidade dos brasilienses está mudando aos poucos. No entanto, ao mesmo tempo que se fazem ciclovias, bicicletários e campanhas educativas, é urgente a mudança de paradigma na utilização de gramados ou áreas abandonadas cobertas basicamente por barro. Esses espaços devem ser convertidos em organizados espaços de estacionamento. Arquitetos e urbanistas conservadores podem ser críticos ferrenhos dessa ideia. 

Especialmente nas regiões do Setor Sudoeste, SIG, Cruzeiro e Octogonal, que percorro com mais frequência, vejo que áreas de estacionamento podem ser criadas preservando vastos trechos de área verde e árvores e em harmonia com pedestres e ciclistas. Ao leitor, em visita ao Sudoeste ou SIG, sugiro notar a quantidade de novos prédios comerciais. Onde está o estacionamento para os clientes dessas empresas? Não há. Dificilmente os estacionamentos privativos e subterrâneos darão conta da demanda por vagas. E os funcionários das empresas que possuem carros? Na maioria dos empreendimentos, há apenas uma vaga por sala. Carros irão inevitavelmente subir nas calçadas e parar em locais irregulares, e em alguns casos receber desagradáveis multas. No Centro Clínico Sudoeste, diariamente presencio este problema.

Preservação urbanística a parte, vejo que os órgãos do Governo do Distrito Federal que fazem a análise sobre áreas de estacionamento devem ser mais rápidos e flexíveis. Além disso, percebo que os órgãos responsáveis por sua execução estão constantemente trabalhando para este objetivo, gerando importantes empregos diretos e indiretos. O Governo deve ter em mente o desenvolvimento econômico das novas e atuais empresas da cidade. Comodidade para os trabalhadores da iniciativa privada e seus milhares de clientes, que são os responsáveis pelo pagamento dos expressivos impostos pagos no País. Brasília tem uma importante e crescente economia privada que deve receber mais atenção e prestígio.

*Marcelo Sicoli – é consultor internacional, diretor de síndicos da ASSOSÍNDICOS/DF, corretor de imóveis e síndico do Centro Clínico Sudoeste e Residencial Unique Club também no Sudoeste. sindicoccs@outlook.com

O corpo do acadêmico será enterrado amanhã (19), às 10h, no Mausoléu dos Imortais da academia, no cemitério São João Batista, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro


Parentes, amigos, escritores e admiradores de João Ubaldo Ribeiro passaram durante toda a tarde de hoje (18) pelo velório do romancista, no Salão dos Poetas Românticos da Academia Brasileira de Letras (ABL), para prestar suas últimas homenagens ao escritor, que morreu hoje, no Rio de Janeiro. O corpo do acadêmico será enterrado amanhã (19), às 10h, no Mausoléu dos Imortais da academia, no cemitério São João Batista, em Botafogo, na zona sul da capital fluminense. Antes, às 8h15, uma cerimônia religiosa será realizada na ABL em homenagem a João Ubaldo.

Secretária do acadêmico há mais de 10 anos, Valéria dos Santos contou ter conversado durante toda a tarde de ontem (17) com Ubaldo e disse que ele aparentava estar bem. “Um pouco antes das 3h da madrugada ele se sentiu mal, avisou à esposa, mas infelizmente não deu tempo de fazer muita coisa. Em maio, ele chegou a ser internado por conta de problemas respiratórios e o médico recomendou que ele parasse de fumar. De lá para cá, ele vinha diminuindo bem a quantidade de cigarro. A morte dele foi uma surpresa”, disse.

O escritor baiano Antônio Torres, ocupante da Cadeira 23 da ABL, que já foi de Machado de Assis, lembrou da voz marcante de João Ubaldo e da maneira carinhosa como ele tratava os amigos. “Foi uma surpresa, fiquei chocado. Trocávamos e-mails de vez em quando, e ele parecia estar bem. Vou lembrar dele como uma pessoa espirituosa, falante, de uma voz potente. Ele com certeza vai deixar um legado imenso. A obra dele traz para a nossa literatura o que há de melhor no texto contemporâneo”, disse.

Pessoas próximas ao escritor contaram que há um ano e meio ele estava trabalhando em um novo livro, que contaria histórias da vida boêmia carioca, na perspectiva de um personagem baiano. Um dos quatro filhos do escritor, Bento Ribeiro, disse que na última conversa com o pai sobre o assunto, João Ubaldo revelou que estava na metade da história.

“Ele sempre queria produzir coisas, se orgulhava da cultura brasileira, da nossa história, e é isso que vai ficar para todos. Estava no meio de um livro mas só comentou comigo que estava escrevendo sobre as histórias de bar, mas encaixando a Bahia através do narrador”, contou o filho, lamentando a morte repentina do pai. “Além do que todo mundo já falou nas muitas homenagens, ele era meu pai. Foi muito inesperado e triste. A última lembrança que tenho dele é uma conversa em que ele disse como ele queria ir à Alemanha visitar meu filho de 5 meses. Ele foi um paizão”, disse.

Muitos amigos lembraram de discussões sobre futebol com o escritor, que era apaixonado pelo esporte. Um deles foi o ex-presidente da ABL, Marcos Vilaça, que chegou a cobrir uma Copa do Mundo com João Ubaldo. “Eu, particularmente, desfrutava muito das conversas com ele sobre futebol”, disse Vilaça, que também recordou a importância de grandes romances escritos por Ubaldo. “Sargento Getúlio e Viva o Povo Brasileiro são grandes obras. Um episódio curioso foi a censura do livro A Casa dos Budas Ditosos em Portugal. Por conta disso, passaram a vendê-lo nos supermercados e saiu como água”, lembrou.

Ganhador, em 2008, do Prêmio Camões, um dos mais importantes para autores da língua portuguesa, João Ubaldo também foi homenageado no carnaval carioca pela Escola de Samba Império da Tijuca, que, em 1987, teve como enredo um dos seus livros mais famosos, Viva o Povo Brasileiro. Para o amigo e escritor Zuenir Ventura, João Ubaldo Ribeiro, que ingressou no jornalismo em 1957 como repórter do Jornal da Bahia, conseguiu ser brilhante tanto como jornalista quanto como romancista.

“Ele foi o maior exemplo de que dá para conciliar as duas vertentes. O maior legado como romancista é a originalidade. Ele foi grande amigo do também baiano Jorge Amado, no entanto não teve influência, sua obra foi diferente, porém tão importante quanto. Como colunista, o que marcou foi a independência do olhar. Ele tinha uma liberdade de expressão e uma independência incrível. João era singular”, lembrou.

O governador da Bahia, Jaques Wagner, também esteve no velório e destacou a contribuição de Ubaldo, conterrâneo nascido em Itaparica, em 1941, para a literatura brasileira. “Perdemos um baiano ilustre, de uma marca muito forte na literatura e no jornalismo. Ele era apaixonado por Itaparica e vai deixar um legado importantes para nós, baianos, que já temos Jorge Amado. Ele sempre carregou a baianidade”, declarou.

Por meio de nota, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, manifestou pesar pela morte do romancista, afirmando que sempre teve “imenso orgulho de ser seu compatriota”. “Baiano, que escolheu nosso Rio pra viver, e brasileiro como ninguém. Uma falta muito grande”.

O prefeito Eduardo Paes também lamentou a morte de João Ubaldo Ribeiro, que chamou de “carioca de coração”, já que adotou o Leblon, na zona sul da cidade, para viver. “João Ubaldo deixará saudade. É uma perda para a literatura brasileira", afirmou. 

João Ubaldo Ribeiro morreu na madrugada desta sexta-feira (18), por conta de uma embolia pulmonar. O escritor e jornalista ocupava a Cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, que antes foi ocupada pelo jornalista Carlos Castello Branco. O velório será reaberto amanhã para o público às 8h. João Ubaldo deixou a esposa, Berenice Ribeiro, e quatro filhos.

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