Deputado afirma que decisão internacional reconhece a gravidade do avanço das facções criminosas e cobra postura mais rigorosa do governo brasileiro no combate ao crime organizado.
A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais repercutiu no cenário político brasileiro e foi celebrada pelo deputado federal Ubiratan Sanderson (PL-RS), pré-candidato ao Senado.
Para o parlamentar, a medida representa um reconhecimento internacional da gravidade da atuação das facções criminosas no BRASIL e reforça a necessidade de endurecimento das políticas de combate ao crime organizado.
Segundo Sanderson, o avanço das organizações criminosas tem impactado diretamente a segurança da população, comprometendo a atuação do Estado em diversas regiões do PAÍS. O deputado também afirmou que a decisão norte-americana evidencia, em sua avaliação, a fragilidade do atual governo federal no enfrentamento das facções.
“Milhões de brasileiros vivem reféns do crime organizado. O PCC e o CV espalham medo, executam inocentes, dominam territórios e desafiam o Estado. A decisão dos EUA mostra ao mundo aquilo que o governo Lula se recusa a admitir: facção criminosa que impõe terror à população deve ser tratada como organização terrorista. O BRASIL não aguenta mais viver sob o terror das facções”, declarou.
O parlamentar defende medidas mais rígidas contra as organizações criminosas, incluindo o fortalecimento das forças de segurança, o endurecimento das penas para integrantes de facções e uma maior cooperação internacional para combater o tráfico de drogas, armas e a lavagem de dinheiro.
A classificação das facções como organizações terroristas pelos Estados Unidos pode ampliar mecanismos de cooperação internacional, sanções financeiras e ações de monitoramento contra integrantes e colaboradores desses grupos, tema que deve continuar gerando debates entre autoridades brasileiras e organismos internacionais de segurança.





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